A globalização da economia está colocando as empresas numa dimensão internacional e criando necessidades externas como disponibilizar funcionários para trabalharem em outros países. Nesse processo de expansão sem volta, novos conceitos se apresentam e afetam não apenas a concepção de empresa, mas também a direção que as pessoas tomam no desenvolvimento de suas carreiras. A expatriação é um processo que requer uma complicada gestão porque deve ter em conta os fatores que configuram diferentes realidades: econômicas, legais, políticas (migratórias e laborais), psicológicas, familiares e sócio-culturais das pessoas envolvidas e dos respectivos países de acolhida.
De acordo com uma pesquisa realizada pela Mercer Recursos Humano algumas dificuldades se apresentam:
– problemas de adaptação no país de envio tanto do funcionário como de seus familiares que o acompanham;
– a falta de planejamento para a repatriação;
– a falta de valorização quando volta ao seu país de origem;
– o stress aculturativo que afeta todos os envolvidos
No relatório mundial do ERC aparecem como causas majoritárias dos retornos precoces, problemas familiares como má adaptação das esposas, filhos, problemas conjugais e solidão. È natural que tais problemas influenciem o estado emocional e o rendimento laboral do expatriado. O paradoxo dessa cena é que todos sabem do papel fundamental que têm a família no fracasso ou sucesso da expatriação, do mesmo modo as questões afetivas envolvidas aí. Além do sofrimento com a adaptação ao país externo existe o conflito que é o retorno ao país depois de determinado período fora. No entanto em nosso cenário brasileiro as empresas ainda não dão a estes aspectos a importância devida, uma vez que negligenciam (ou desconhecem) um bom treinamento Intercultural e todo o aporte que dele pode advir: sensibilizar as pessoas para a disponibilidade e abertura, buscar o perfil correto a ser selecionado, fazer o acompanhamento e aconselhamento na estadia, apoio aos familiares, estudo do comportamento dos povos hospedeiros e de sua própria cultura, o reconhecimento das diversas categorias culturais de comportamento; a capacidade de aquisição de um idioma, capacidades sociais, ajustamento e perfil das crianças, o retorno planejado, as expectativas da volta com os dados da realidade que se encontra, entre tantos.
A Brava Language Training oferece um treinamento chamado Cross Cultural Training onde o mote de trabalho é a boa adaptação do executivo no exterior. Para acompanhar um processo de adaptação bem-sucedido é importante conhecer primeiro a história pregressa desse executivo. Algumas perguntas são pertinentes no pré-embarque para contextualizar essa migração: o quão motivado ele esta para partir, se vai só ou acompanhado, se já teve experiências anteriores, como anda sua habilidade lingüística no idioma do hospedeiro, entre outras. As respostas a essas questões ajudam a delinear o progresso dessa adaptação.
Outro ingrediente interessante e a própria personalidade do individuo. Podemos ver negociadores brilhantes e capazes de trazer alguns milhões para a empresa desde que dentro de seu referencial cultural. Ao serem expatriados saem do palco monocultural ao qual estão acostumados e se perdem. Da mesma forma lideres brilhantes que em contato com equipes multiculturais perdem, repentinamente, todo o seu brilho, fato que se deve a “não adaptação cultural”
A grande questão que cada expatriado deveria fazer ao receber seu assignment é: eu vou mudar de país, então tenho que me preparar para isso. Pense sobre isso.
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